Naquela noite cedi aos teus avanços. Dava-me pica porque ambos sabíamos que não o devíamos fazer mas ainda assim, eu saber que nunca recusarias. Combinámos como poderíamos estar juntos sem que os nosso amigos soubessem. O dia já estava claro, e o que eu precisava mesmo era de colo, não propriamente de sexo. Mas para ter um tinha que dar o outro, e a surpresa instalou-se… Despertaste em mim vontades por ti, que nunca imaginei existirem. Viciaste-me com o teu movimento de ancas, com a tua forma carinhosa, mas máscula de me agarrar. Rendi-me a ti.
Não sei se é pela carência, se pelo vicio que rapidamente desenvolvemos por tudo o que é indescritivelmente bom, não paro de pensar em ti. E dou por mim a desejar baixinho, para que a minha consciência não se exalte, que aquilo que me sussurraste ao ouvido na última vez que estivemos juntos seja verdade.
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